ATENÇÃO

Abra seu olhos!
Preste mais atenção a sua volta!
Há quem queira você cego! para que sejas melhor escravo.
O medo de ser livre é parte de tua escravidão.
O condicionamento político e religioso são as armas daqueles que querem que você os sustentem.
Verifique quando você se sente refém das circunstâncias, são armadilhas para escravidão.
A escravidão é algo sutil, está em nosso coração, e quanto mais escravo você for, mais escravos fará á sua volta.
(Rafael)

MACACOS CONDICIONADOS

O CONDICIONAMENTO!!!!!!


Argumentações sobre o condicionamento e estagnação.

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro macaco substituído participado com entusiasmo na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal, o ultimo dos veteranos foi substituído. Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: - "Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui". Você já parou para refletir sobre o mundo em que vivemos? Deparamo-nos continuamente com situações "idênticas"...Todo mundo agindo sem pensar, sem questionar...., lutando.... se degladiando.... para defender algum "status quo"... Apenas seguindo a maioria...... só acompanhando o "gado" !... E o que é mais triste... sem ao menos se dar conta disso.... Não devemos perder a oportunidade de pensar e refletir sobre essa pesquisa.... para que, vez por outra, nos perguntemos.... O que é que estamos "fazendo" uns aos outros?... Será que as coisas precisam continuar sempre assim ??
Extraído do site. www.litaurica.com

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Glaobalização o Estado e os covardes.

PROFESSOR: RAFAEL MICELI

GLOBALIZAÇÃO E COLONIALISMO

Se por um lado a globalização do final da guerra fria, e ganhou força com as empresas transnacionais e tecnologia dos meios de telecomunicação ( Nova forma e exercício de poder internacional ) que parece dar o verdadeiro colorido aos olhos dos mais incautos, por outro é resposta á necessidade de estabelecer um novo escopo do capitalismo rejuvenescido; o neo-liberalismo com tudo, faz-se necessário estabelecer os novos limites deste estado, já não tão absolutizado como pretendia Hegel, ou estado doutrinador como Comte, mas como estado gerenciador; cabe a questão: - a quem o cidadão deverá se remeter em momentos de crise? Quem dará resposta a tal questão? Parece que o cidadão ficará também globalizado e pôr conseqüência sem respostas ou com respostas globalizadas como pretendia George Worell. Com isso três golpes serão dados, e lançada a pá de cal: O primeiro no Estado, o segundo no trabalhador e o terceiro no próprio indivíduo.
Paralelamente a mais este devaneio do capitalismo, que emerge das cinzas da Segunda Guerra, para sustentar-se como solução ao bem-estar do indivíduo, o Estado precisa urgentemente estabelecer seus limites e impor-se já que destituído de seu mais valioso empreendimento, o capital, que flutua nas ondas da Internet, perde ainda mais seu poder de ação e decisão, tornar-se-á relativo em si mesmo, limitando-se à ações vicentinas e suprimido pelo poder do Capital Global, passa a ser mero interlocutor das relações interestaduais, e quando muito mero representante internacional de interesses econômicos de grandes conglomerados capitalistas. Assim a exemplo da crise do sistema feudal em que o Rei não detinha o poder total sobre o seu reino pois este, era subdividido nas relações de suserania e vassalagem, assim o Estado sem forças para reagir sucumbe perante a propriedade privada.
É importante notar que o critério de avaliação de Estado é o da eficiência gerencial produtiva, analisado sob um único prisma, roubando-lhe o real objetivo e futuro renegando seu passado de herói das elites, far-se-á sempre, apesar de tudo uma carta na manga da camisa em novos momentos de crise.
Como a burguesia do século XVI e XVII, que fortaleceu o estado para sobreviver a enorme concorrência gerada pelo capitalismo mercantilista, haverá também de salvar a burguesia global do Terceiro Mundo, quando esta perceber que não pode concorrer sem perder ainda mais daquele que poderia Ter sido seu grande trunfo; o Estado forte perante o fraco estado globalizado.
Entendo eu este mesmo Estado massacrado pelas torpes elites brasileiras, causadora de sucessivas crises de correntes da falta de objetividade e bom senso, haverá de não resistir junto ao novo Estado que ajuda a criar, já que não tem condições de concorrer com a tecnologia e democracia dos países mais avançados que sem perder sua identidade nacional, mesclam-se no sistema, mantendo-se intactos. Isto porque, em uma ordem globalizada, não há espaços para fracassos ( por falta de planejamento do grupo econômico já que não será o Estado que fará este trabalho ) de um dos integrantes com risco de ameaçar os outros; a exemplo dos processos que causaram a Crise da Bolsa de Nova York em 1929. Por este motivo entendo que com a conhecida falta de objetividade e organização dos grupos econômicos brasileiros perder-se-iam nesta roda-viva administrativa e econômica, esperando para serem salvos por formulas administrativas alheias.
Não é do feitil do hemisfério norte, carregar consigo, velhas estruturas empobrecidas como o objetivos filantrópicos de salva-las e civiliza-las, como previa a ideologia da escravidão e colonização do século XIX, por isso há que se verificar: - até que ponto a nacionalidade e o indivíduo nos Estados absorvidos pela globalização não perderão ainda mais o seu sentido existencial? Qual o futuro do Estado? Não será ele Cavalo de Tróia que irá salvar a nacionalidade e o indivíduo, em uma situação limite de sufocamento em vários níveis das relações nacionais e internacionais?
É necessário esperar, mas parece que as utopias de Hegel e Comte ainda, e apesar de tudo, não sairão de cena em quanto o Homem não encontrar sua própria razão de existir, há que se refletir e escrever muito, e tentar prever os tão misteriosos rumos que o mundo tomará neste final de milênio.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mande um comentário, caso seja possível retornarei.
Grato

Da Chauí!

Eu não gosto da tal Marilena Chauí, ela sacaneou meu amigo, mas tenho que reconhecer que pelo menos inteligência ela tem! Caráter? Bom...... pobre Márcio!!!


IDEOLOGIA E INCOSNCIENTE

A ideologia se assemelha a alguns aspectos do inconsciente psicanalítico. Há, pelo menos, três semelhanças principais entre eles:

1. O fato de que adotamos crenças, opiniões, idéias sem saber de onde vieram, se pensar em suas causas e motivos, sem avaliar se são ou não coerentes e verdadeiras;


2. Ideologia e inconsciente operam através do imaginário ( as representações e regras saídas da experiência imediata) e do silêncio, realizando-se indiretamente perante a consciência. Falamos, agimos, pensamos, temos comportamentos e práticas que nos parecem perfeitamente naturais e racionais porque a sociedade os repete, os aceita, os incute em nós pela família, pela escola , pelos livros, pelos meios de comunicação, pelas relações de trabalho, pelas práticas políticas. Um véu de imagens estabelecidas interpões-se entre consciência e a realidade.


3. Inconsciênte e ideologia não são deliberações voluntárias. O inconsciente precisa de imagens, substitutos, sonhos, lapsos, atos falhos, sintomas, sublimação para manifestar-se, ao mesmo tempo, esconder-se da consciência. A ideologia precisa das idéias-imagens, da inversão de causas e efeitos, do silêncio para manifestar-se os interesses da classe dominante, e escondê-las como interesse de uma única classe social.

CHAUÍ,MARILENA. Convite à Filosofia. Ed. Ática.13ªediçÃO. PAG 176

Arquivo do blog